sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Bom pra Você

Ótimo final de semana a todos!




BOM PRA VOCÊ



Faça o que é bom
Sinta o que é bom
Pense o que é bom
Bom pra você!
Coma o que é bom
Veja o que é bom
Volte ao que é bom
Bom pra você!
Guarda pro final
Aquele sabor genial
Se é genial pra você!
Tente o que é bom
Permita o que é bom
Descubra o que é bom
Bom pra você!
Então beije o que é bom
Mostre o que é bom
Excite o que é bom
Bom pra você!
Um dia você me conta
Um dia você me apronta
Um resumo
Do supra-sumo do seu prazer
Um resumo
Do supra-sumo do seu prazer
Pese o que é bom
Perceba o que é bom
Decida o que é bom
Pra você
Decida o que é bom pra você...

domingo, 25 de setembro de 2011

100 FATOS SOBRE MIM - Fatos 11 a 20



11- Minha mãe é a pessoa mais importante da minha vida;

12 - Sou uma pessoa teimosa;

13 - Como toda pessoa teimosa também sou muito persistente;

14 - Gosto de estudar;

15 - Sou bagunceira, mas não sou desorganizada - são coisas diferentes;

16 - Jeans, camiseta e tênis - meu uniforme favorito;

17 - Ainda não consigo ler um livro no computador - tem de ser papel, com tato, cheiro, cor, e tudo mais;

18 - Adoro a cor do meu cabelo, por isso nunca tive coragem de tingir seus fios, só de fazer "reflexo";

19 - Faço pão muito bem;

20 - Gosto de cozinhar, mas cozinho pouco.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

São Silvestre - Uma discussão necessária

O blog da Alessandra Alves está divulgando um movimento para a abertura de um debate entre os organizadores da Corrida de São Silvestre e os participantes. Há ótimos argumentos pró manutenção da largada e da chegada na Av. Paulista.

O link para o post é: http://alessandraalves.blogspot.com/2011/09/para-que-tradicao-da-sao-silvestre-seja.html#links

Tem todo o meu apoio. Divulgo aqui para que os interessados e aqueles que apoiam a ideia de abertura do debate a respeito da mudança se manifestem. Democracia se aprende na prática das pequenas coisas.

PS: toda vez que escrevo a palavra ideia sem acento acho muuuuuiiiito esquisito.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

100 FATOS SOBRE MIM

Resolvi pegar uma onda na rabeira do Mytha do A Vida em Rabiscos e da Pri do Devaneiros e Metamorfoses e publicar semanalmente 10 fatos a meu respeito. Deus sabe se vou conseguir lembrar de publicar semanalmente aqui, quem acompanha este blog já deve ter percebido que ele funciona em espasmos: há épocas em que publico sempre, depois passo meses sem aparecer.

Vamos aos primeiros 10 fatos.

100 Fatos Sobre Mim - 1 a 10

1- Creio em Deus, mas não necessariamente no mesmo Deus que você crê ou não crê. Deus pra mim é um conceito extremamente pessoal, bem como acreditar nele é uma escolha individual que deve ser respeitada;


2 - Sou paulistana. Amo a cidade de São Paulo com todas as suas virtudes e defeitos; sempre a defendo;


3 - Sou corintiana, maloqueira, fiel e sofredora. E tenho dito!


4 - Odeio amarelo;


5 - Amo vermelho, azul, branco e preto;


6 - Tenho uma relação de amor e ódio com cremes e todo tipo de cuidado estético. Alterno períodos em que uso cremes, esfoliantes, cuido do cabelo, da unha, etc e outros em que não estou nem aí com nada;


7 - A única maquiagem que sei usar é baton - vermelho de preferência;


8 - Sou advogada - trabalhista - de empresas;


9 - Música é fundamental;


10 - Livros são fundamentais.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

São Silvestre - Que descanse em paz!

O título do post pode parecer exagerado, mas não é. A São Silvestre foi ferida de morte.

A corrida mais tradicional de São Paulo, quiçá do Brasil, tem quase 90 anos. É isso mesmo, quase 9 décadas de existência. Qualquer um pensaria que com esse tempo todo ela mereceria um pouco mais de respeito de seus  organizadores. Infelizmente, como todos sabemos, o Brasil é um país que não respeita os mais velhos.

Como eu escrevi aqui, a São Silvestre de 2010 foi a primeira que eu corri - e pelo jeito será a única - mas, a corrida em si, faz parte da minha vida desde que nasci. O sonho de virar o ano correndo foi por água abaixo quando a corrida passou de noturna pro período da tarde. Agora, alteraram o trajeto.

Qual o motivo da alteração do trajeto? É que a chegada na Avenida Paulista atrapalha o início da concentração pro show da virada, com queima de fogos. Coincidentemente os eventos tem o mesmo patrocinador: A Rede Globo.

Ocorre que a São Silvestre tem quase noventa anos, e a queima de fogos na Av. Paulista tem pouco mais de 20. Do ponto de vista de tradição, a São Silvestre representa muito mais do que a queima de fogos da Av. Paulista. Do ponto de vista de possibilidade de se fazer a queima de fogos há outros lugares mais apropriados tanto à realização do show como da queima de fogos. Por que não realiza-los no Vale do Anhangabaú, ou no Sambódromo? Os dois lugares são de fácil acesso, e, principalmente, não tem residências, nem 9 (sim nove!) hospitais em seu entorno, que sofrem com o barulho dos fogos e da música alta durante a madrugada.

Mas, ao invés de retirar a jovem "tradição" da Paulista preferem tirar a antiga. Como sempre no Brasil desrespeita-se o mais velho, em prol do mais novo. Afinal o que é uma tradição de 90 anos não é mesmo?

Se, e isso é uma hipótese remota, a queima de fogos fosse para o vale do Anhangabaú, quem sabe até, a São Silvestre poderia voltar aos seus tempos de glória e ser disputada à noite, com atletas cruzando o tapete de chegada à meia-noite, dando enfim uma saudação digna ao novo ano.

Entre a São Silvestre, tão original, rica e paulistana, e a queima de fogos tão comum, repetitiva e insossa, a Avenida Paulista merece o vinho raro de sua incomparável corrida e não o refrigerante barato da queima de fogos.

Me lembrei agora de um grito de guerra comum no vale do Anhangabaú durante os showmícios pelas eleições diretas nos anos 80: O POVO NÃO É BOBO, FORA REDE GLOBO!

Talvez esteja na hora de retomá-lo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Canções e Momentos

Adoro a voz do Milton Nascimento, e esta música é simplesmente linda. 



CANÇÕES E MOMENTOS
(Milton Nascimento e Fernando Brandt)


Há canções e há momentos
Eu não sei como explicar
Em que a voz é um instrumento
Que eu não posso controlar
Ela vai ao infinito
Ela amarra todos nós
E é um só sentimento
Na platéia e na voz
Há canções e há momentos
Em que a voz vem da raiz
Eu não sei se quando triste
Ou se quando sou feliz
Eu só sei que há momentos
Que se casa com canção
De fazer tal casamento
Vive a minha profissão

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Divagando

Faz tempo que não uso este espaço para falar do que sinto ou penso, os últimos posts tem se limitado a comentar filmes, livros, vídeos, poemas, etc. 


Os últimos tempos tem sido bem complicados de administrar. O fim das aulas da especialização com o começo do trabalho da monografia, a volta às aulas no curso de inglês, o ficar em casa um tempo maior, e principalmente, a diminuição da lucidez da minha mãe tem feito com que eu pense e sinta muito intensamente o que está à minha volta. 


Os últimos quatro meses, com minha mãe "ouvindo" um homem falar continuamente, a princípio com gracinhas, depois com acusações, que a tem levado a ter medo - mais do que normalmente já sente - e a se sentir acuada até mesmo dentro de casa, e a mim a ficar mais em casa  pois fico insegura de deixá-la só, não tem sido fáceis. Acho que não me preparei bem pra hipótese dela ficar senil. Esperava que ela fosse como sua mãe, que chegou aos 98/99 anos lúcida, embora com alguns, poucos, problemas físicos. Ainda estou aprendendo a lidar com isso, e não tem sido nada fácil. Remédios que não funcionam, outros que dão efeitos colaterais acima do esperado, tudo isso é novo pra mim e pra ela. Assim como ter de ficar mais em casa nos finais de semana, não poder sair tanto como eu gosto (que sou rueira pra caramba), numa convivência até certo ponto forçada, também não tem sido fácil. 


Assim como não tem sido fácil me organizar para estudar. O hábito de deixar tudo pra última hora, um tema que é de certo modo bastante pessoal (assédio moral), e a preguiça, sem falar na falta que faz o convívio com os colegas da turma, tem tornado essa monografia um exercício e tanto. 


O que tem ficado de todas as dificuldades, é um aprendizado imenso em termos pessoais. Um aprendizado do que tenho de bom, coisas que nem imaginava e do que ainda me falta. Bem mais do que aprendo no dia a dia. Descobri em mim reservas de amor e paciência que nem sabia que tinha, e também, reservas de força de vontade que nem sei onde fui buscar. E, acima de tudo, descobri que por mais difícil que tudo que está acontecendo seja, meu bom humor é bem resiliente (pra usar uma palavra da moda): tentam matá-lo mas ele ressurge das cinzas feito fênix!