
Eu gosto de escrever colorido.
E gosto de escolher e variar as fontes, tamanhos, etc.
Mania de quem gosta de escrever, especialmente de quem gosta de escrever à mão. E eu adoro. Erro muito menos, tenho mais liberdade, e a criatividade flui que é uma beleza.
Só não vario muito é o modelo de parágrafo que prefiro: justificado. Mania profissional. E, também, escolha pessoal. Fica bem mais bonitinho assim. Parece mais limpo, em ordem.
Nestas últimas semanas ando questionando tudo e todos. Dos meus sentimentos e atitudes, ao procedimento de entidades, pessoas, etc. A introspecção tem se feito presente, como sempre ocorre quando preciso olhar para dentro de mim.
Olho para dentro de mim sem deixar de olhar a minha volta. Nenhum homem é uma ilha, dizem. Talvez sejamos. Porém, a ilha que somos está ligada à outras ilhas, por pontes, embarcações, canais, túneis. Não é uma ilha deserta, é uma ilha repleta de eus, de outros. Quando olho para essa ilha, que sou eu, busco encontrar o que lhe é próprio, aquilo que me é natural, que faz parte de mim mesma, distinguindo daquilo que em mim foi colocado por outros, e mais importante: dentro do conteúdo que não pertence a mim naturalmente busco encontrar o que eu quero que permaneça e o que não me serve e deve ser descartado.
Não é fácil olhar para dentro desta ilha chamada Valéria. Deixei que ela se abarrotasse de pensamentos, hábitos, sentimentos. Nem todos são meus. Nem todos eu quero. Distinguir entre eles, seleciona-los, retirar os excessos, é um processo nem sempre fácil. Nem sempre agradável. Entretanto é necessário e estou disposta a levar isso a cabo.
E gosto de escolher e variar as fontes, tamanhos, etc.
Mania de quem gosta de escrever, especialmente de quem gosta de escrever à mão. E eu adoro. Erro muito menos, tenho mais liberdade, e a criatividade flui que é uma beleza.
Só não vario muito é o modelo de parágrafo que prefiro: justificado. Mania profissional. E, também, escolha pessoal. Fica bem mais bonitinho assim. Parece mais limpo, em ordem.
Nestas últimas semanas ando questionando tudo e todos. Dos meus sentimentos e atitudes, ao procedimento de entidades, pessoas, etc. A introspecção tem se feito presente, como sempre ocorre quando preciso olhar para dentro de mim.
Olho para dentro de mim sem deixar de olhar a minha volta. Nenhum homem é uma ilha, dizem. Talvez sejamos. Porém, a ilha que somos está ligada à outras ilhas, por pontes, embarcações, canais, túneis. Não é uma ilha deserta, é uma ilha repleta de eus, de outros. Quando olho para essa ilha, que sou eu, busco encontrar o que lhe é próprio, aquilo que me é natural, que faz parte de mim mesma, distinguindo daquilo que em mim foi colocado por outros, e mais importante: dentro do conteúdo que não pertence a mim naturalmente busco encontrar o que eu quero que permaneça e o que não me serve e deve ser descartado.
Não é fácil olhar para dentro desta ilha chamada Valéria. Deixei que ela se abarrotasse de pensamentos, hábitos, sentimentos. Nem todos são meus. Nem todos eu quero. Distinguir entre eles, seleciona-los, retirar os excessos, é um processo nem sempre fácil. Nem sempre agradável. Entretanto é necessário e estou disposta a levar isso a cabo.